quarta-feira, 30 de abril de 2014

Pão de azeitona sem glúten



Ingredientes:
2 ovos
3 colheres de sopa de azeite de oliva
1 colher de sopa de vinagre de maçã
1 colher rasa de adoçante culinário
1 colher de chá de sal
1 colher de sopa de farinha de linhaça
200 ml de leite desnatado quentinho ( * )
250 ml de farinha de arroz
100 ml de polvilho doce
100 ml de amido de milho
1 colher de chá de CMC ( ** )
1 sachê (10g) de fermento biológico seco
1 colher de sopa de azeitonas

Modo de fazer:
No recipiente da batedeira misture primeiro: os ovos, o vinagre, o sal, o adoçante, o azeite e a linhaça. Bata um pouquinho e logo inclua as farinhas, o fermento, e o cmc. Bata para misturar e adicione o leite quentinho. Bata tudo por 3 minutos. Enquanto isso corte as azeitonas em rodelinhas. Desligue a batedeira e acrescente as azeitonas, mexa com uma colher para misturar.

Unte uma forma e polvilhe farinha de arroz. Despeje a massa e deixe crescer em lugar quentinho por 30 a 35 minutos. Como está muito frio, eu deixei dentro do forno quentinho, mas desligado. Depois de crescido ligue o forno a 180ºC e asse por cerca de 25 min. até dourar. O tempo depende de cada forno.

Na foto coloquei em formas descartáveis de bolo inglês. Precisou de 2 formas.


( * ) CMC é um espessante culinário que pode ser encontrado em lojas que comercializam matéria-prima para confecção de bolos para festas

( ** ) O leite não é frio nem quente demais. Tem que ficar no ponto de você conseguir colocar o dedo nele e contar até 10.

terça-feira, 4 de março de 2014

Bolo de banana sem glúten

INGREDIENTES

04 bananas nanicas maduras
03 ovos
02 xícaras de chá de adoçante culinário
01 xícara de chá de óleo
02 3 1/2 xícaras de farinha de mandioca peneirada
01 e 1/2 colher de sopa de fermento em pó
01 colher de sobremesa de canela em pó
Para polvilhar:
01 colher de sopa de canela
02 colheres de adoçante culinário

Bata no liquidificador as bananas, os ovos e o óleo por 10 minutos. Unte uma forma média com manteiga e farinha de rosca. Numa tigela, coloque a farinha de mandioca peneirada, o adoçantes, o fermento e a canela. Misture tudo muito bem. Despeje a mistura do liquidificador e mexa até obter uma massa homogênea. Despeje na forma untada. Misture as 2 colheres de adoçante com a canela e polvilhe sobre a massa. Leve ao forno pré-aquecido por aproximadamente 30 minutos em temperatura mínima.


Receita de pão sem glúten

INGREDIENTES
7 colheres de sopa de farinha de arroz
6 colheres de sopa de amido de milho
2 colheres de sopa de fermento para bolo
2 colheres de sopa de leite em pó
3 colheres de sopa de linhaça dourada (coloquei 1 1/2 de linhaça + 1 1/2 de chia)
1 colher de chá rasa de sal (achei um pouco sem sal)
1 ovo
1 pote de iogurte desnatado
água o suficiente para dar liga
Misture os ingredientes secos e acrescente o ovo, o iogurte e a água. Misture bem como se fosse massa de bolo. A massa fica liguenta. Despeje em assadeira e leve ao forno já quente. Asse por +/- 25 min. ou até que fique dourado.



Comendo sem glúten - uma opção

Por volta de 10.000 a.C., os povos nômades (todos eram) colhiam o trigo EINKORN que nascia “sozinho”; essa “mãe do trigo”, durante milênios teve mutações naturais muito pequenas: - passou para a espécie EMMER e, quando passou a ser cultivada, houve outra mutação para TRITRICUM ESTIVUM. Nota-se que o trigo sempre sofreu pequenas mutações, entretanto se tem notícias de que o trigo do século XVII até, mais ou menos, o final do século XIX, as mutações foram praticamente nulas. Entretanto, por volta dessa época foi inventado o moinho que tirava os germens dos grãos, lembram-se da palestra das fibras? 

Se vocês olharem as fotos do final do século XIX e começo do XX, vão reparar que era difícil encontrar alguém gordo! 

Contudo, em meados do século XX houve uma revolução nos métodos de hibridização que tornou o trigo uma outra “coisa”. 

Hoje em dia, o “trigo” está concentrado em atender a determinadas características, como o aumento da produtividade, a redução de custos de produção, a produção em larga escala de um produto financeiramente estável. 

Hoje a produção mundial do trigo se espalha numa área que corresponde ao dobro da Europa Ocidental. O trigo original tinha 14 cromossomos; hoje tem 42 cromossomos, fertilizados com nitratos, de sementes pesadas e altíssima produtividade, que permite “matar a fome” dos povos por um preço bem barato. 

Se compararmos, não em época muito longínqua, podemos observar que não era possível fazer coisas tão variáveis de quitutes, massas, etc, com o trigo de antigamente. Isso devido a qualidade do grão. 

10.000 anos = 300 gerações – não foi suficiente para essa adaptação falha do trigo.

Você sabia que duas fatias de pão de trigo integral podem elevar a taxa de glicose, mais do que duas colheres de sopa de açúcar? Para ter uma ideias, os níveis de insulina permanecem altos por 9 horas depois que você come uma pizza. Isso é uma grande fatia de gordura que você não vai queimar no mesmo dia! Carboidratos mais complexos vão baixar depois de 2 ou 3 horas. Exceto pelas fibras, que ajudam no trato intestinal, não há muita diferença entre comer essas duas fatias e tomar uma lata de refrigerante normal ou, ainda, comer uma barra repleta de açúcar: pode ser pior! (cigarro light) 

Em 1981, a Universidade de Toronto lançou o conceito do Índice Glicêmico (IG) que é o efeito dos carboidratos sobre a glicemia (glicose no sangue). Por outro lado, quanto maior o nível de glicose no sangue após o consumo dos alimentos, maior será a descarga de insulina, e mais gordura será depositada no corpo, principalmente na barriga e vísceras. 

Quem come trigo (refinado ou integral) tem oscilação entre o pico e a queda da glicose, como uma “montanha russa”, de 2 em 2 horas; fenômeno que se repete ao longo do dia.

A “baixa” do nível de glicose é responsável pelos roncos do estômago às 9 da manhã, apenas 2 horas depois do café da manhã composto por uma tigela de cereal ou um pãozinho com manteiga. Segue-se, então, a fome incontrolável às 11 horas, com o nublamento mental, a fadiga e os tremores que caracterizam o ponto mais baixo da hipoglicemia. 

O trigo causa um efeito semelhante ao da morfina, viciando e agindo como estimulante do apetite (exorfinas ou exomorfinas). 

As consequências do ciclo de glicose – insulina – deposição de gordura, são especialmente visíveis no abdome, resultando na barriga de trigo. Quanto maior a barriga, mais fraca sua resposta à insulina; uma situação que propicia o aparecimento do diabetes. Quanto maior a barriga de trigo, maior o número de respostas inflamatórias acionadas como doenças cardíacas e câncer gastrointestinal. Ah! Alimentos com glúten demoram 26 horas para “digestão”, contra 18 horas dos sem glúten. 

Dificilmente alguém escapa dos efeitos causados pelo trigo no organismo: ou você tem intolerância do glúten (celíaco), ou é alérgico ou é sensível. A maioria absoluta das pessoas é sensível. (Síndrome do alguma coisa não vai bem!), pois o corpo nos fala: grita, assobia, esmurra as paredes, na tentativa de chamar nossa atenção, apesar de não estarmos nem aí! E, a gente só vai “levando”... 

Dentre outros males, o trigo (glúten) também provoca:

  • Diabetes 
  • Doença celíaca (descoberta 100 d.C. l caso a cada 133 pessoas), intolerância. 
  • Pressão alta 
  • Asma 
  • Doenças cardíacas 
  • Erupções cutâneas, equizemas 
  • Anafilaxia induzida por exercícios (alergia) 
  • Compulsão por comer 
  • Dependência. 
  • Abstinência (fadiga, confusão mental, irritabilidade, incapacidade para cumprir tarefas, depressão, etc +- 30% das pessoas) 
  • Afeta o sistema nervoso central 
  • Agravo da esquizofrenia e autismo (2ª guerra) 
  • Aumenta os níveis de triglicerídeos 
  • Aumenta os níveis de LDL (colesterol ruim) 
  • Baixa os níveis de HDL (colesterol bom) 
  • Barriga de trigo, pneus, mamas nos homens e obesidade 
  • Acne 
  • Demência senil 
  • Artrite reumatóide 
  • Parkson 
  • Câncer de mama (risco 4 x maior) 
  • Enxaquecas (cefaléias) 
  • Fadiga crônica 
  • Obesidade (glúten estimula o apetite) 
  • Anemia 
  • Infertilidade 
  • Baixa estatura 
  • Incontinência 
  • Dor abdominal crônica 
  • Doenças autoimunes (agravamento) 
  • Esclerose múltipla 
  • Doença de Crohn (colite ulcerativa) 
  • Alergias 
  • Perda de equilíbrio 
  • Hepatite crônica 
  • Cirrose biliar primária 
  • Câncer biliar 
  • Problemas nos olhos, seios da face, pulmões, os ossos. 
Em 115 doenças, 91 melhoraram ou sararam. 

Isso tudo sem você precisar apresentar os sintomas da doença celíaca (diarréia crônica e desnutrição).

Quando tirar o glúten, tem que tirar de vez. 

Fonte: Livro "Barriga de Trigo" de Willian Davis

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Comendo conscientetente

Comemos muito inconscientemente, automaticamente, como um robô. Se o sabor não for vivido, você estará apenas empanturrando-se. Vá devagar e esteja cônscio do sabor.

Não vá apenas engolindo as coisas. Deguste vagarosamente e
 torne-se o sabor. Quando você sentir a doçura, torne-se a doçura. E então, isso pode ser sentido por todo o corpo - não somente pela boca, não somente pela língua, isso pode ser sentido por todo o corpo espalhando-se em ondulações.

O que quer que você esteja comendo,
 sinta o sabor e torne-se esse sabor. Sem nenhum sabor, seus sentidos serão amortecidos. Eles ficarão cada vez mais menos sensíveis. 

E com menos sensibilidade, você não será capaz de
 sentir seu corpo, você não será capaz de sentir seus sentimentos. Dessa forma você apenas permanecerá centrado em sua cabeça.

Quando estiver bebendo água, sinta a frescura. Feche seus olhos, beba-a bem devagar, saboreie-a. Sinta a frescura e sinta que você se tornou a frescura, porque a frescura está sendo transferida da água para você, ela está se tornando
 uma parte de seu corpo. Sua boca está tocando, sua língua está tocando e a frescura é transferida. 

Permita que isso aconteça para todo o seu corpo. Permita suas ondulações se espalharem e você irá sentir uma frescura por todo seu corpo. Dessa maneira sua
 sensibilidade pode crescer e você pode tornar-se mais vivo e mais preenchido.
Osho, em "The Book of Secrets"
Imagem por
 targophoto.com

Refeição completa

Esta é uma refeição completa: simples de fazer e saudável. Arroz integral, carne moída, soja, chuchu refogado, salada de repolho e uma laranja.

domingo, 6 de novembro de 2011

Minha história

Ainda bebê




Formatura de ginasial (15 anos)

Lua de mel
Bem, eu me conheci como uma criança “cheinha”. Minha mãe sempre trabalhou e fui criada pela minha avó, onde o lema era “limpar o prato”. Meu pai sempre foi contra quando ela colocava revistas para eu me distrair e comer mais quando eu já não queria mais. Sempre fui uma criança e uma adolescente muito calada. Eu praticava o “auto-bulying”. Estava sempre com a impressão de que as pessoas me tratavam diferente só porque eu tinha uns quilos a mais.
Comecei, por volta dos 15 anos, minha peregrinação em busca do meu peso. Tratei-me durante vários anos com um endocrinologista que me receitava remédios de última geração e me dizia: “ se você sentir fraqueza, tontura, se segura na parede, mas não coma carboidratos. Somente carnes e verduras”.
Depois de adulta, eu ouvia: “você tem estrutura grande”; “eu não acho que você é tão gorda”; “você tem um rosto lindo”!
Bem, passei anos e anos de minha vida assim: emagrecia uns quilos e depois engordava esses quilos e mais alguns. Quando casei-me eu estava com uns 80 kg. Resolvi fazer um tratamento com uma endocrinologista que me aplicava injeções de enzimas. Sofri muito... cheguei a pesar 65kg, mas tinha muita dificuldade em manter o peso, era muito sacrificante. A privação era muita! Quando engravidei estava com 70kg e engordei 12kg. Quando conheci a Meta Real eu estava com 77kg e já tinha aceitado a idéia de que seria obesa para o resto da minha vida. Mas sempre me perguntava: “como será que é ser magra?”
Resolvi me dar uma última chance e comecei a seguir o Método. Afinal seria apenas mais uma tentativa dentre tantas. E aqui estou: emagreci 19kg e há um ano venho mantendo o meu peso.

Como fênix, eu renasci: hoje sou uma pessoa mais confiante, mais comunicativa. Depois de tantos anos de vida pude experimentar o prazer de entrar em uma calça 38; colocar qualquer roupa e me sentir bem.
Posso dizer que sou filha da Meta!!
Fiquei tão grata e tão feliz com minha nova vida que pensei em dividir com tantas outras pessoas que passaram ou passam pelas mesmas situações e etapas que eu passei.